Mercado Ao Vivo
Câmbio USD R$ 5,35 ▼ -0.37%
Câmbio EUR R$ 5,96 ▼ -0.80%
Câmbio GBP R$ 6,94 ▲ +0.22%
Câmbio JPY R$ 0,035 ▲ +0.12%
Cripto BTC R$ 433.390 ▲ +1.85%
Cripto ETH R$ 14.820 ▲ +2.40%
Cripto SOL R$ 985,00 ▲ +3.15%
B3 IBOV 134.250 pts ▲ +0.45%
Wall St S&P 500 5.864 pts ▲ +0.32%
Tech NASDAQ 18.518 pts ▲ +0.58%
Copom SELIC 10,75% a.a. ▲ Estável
Renda Fixa CDI 10,65% a.a. ▲ Estável
Inflação IPCA 4,12% ▼ -0.05%
Commodity OURO R$ 482,50 ▲ +0.65%
Barril BRENT US$ 74,30 ▼ -0.40%
Espaço Publicitário • Topo
📢 Área reservada para Google AdSense (Leaderboard 728x90 / 320x50)
Guias

CNPE cria grupo para elaborar estratégia nacional de eletromobilidade

O aumento da frota de veículos elétricos e híbridos no país levou o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) a aprovar a criação de um grupo de trabalho para ajudar na elaboração da Estratégia Nacional de Eletromobilidade. Coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o colegiado vai reunir subsídios técnicos e propostas para orientar a expansão do setor. Notícias relacionadas:IBGE confirma crescimento de 3,4% da economia em 2024.Governo define minerais críticos prioritários para investimentos.Durigan discutirá medidas fiscais com Lula após viagem à COP31.O grupo discutirá temas como infraestrutura de recarga, impactos sobre o sistema elétrico, cadeia de baterias, questões ambientais e mobilidade urbana. Entre as tarefas estão avaliar a expansão da rede de carregamento, a sustentabilidade dos minerais usados em baterias e os efeitos do crescimento da frota sobre a demanda por energia. O grupo terá prazo de 120 dias, prorrogável por igual período, para elaborar um diagnóstico da eletromobilidade no país e apresentar propostas para a estratégia nacional. Ao final dos trabalhos, será entregue um relatório ao CNPE. Avanço do setor A iniciativa ocorre em meio ao avanço das vendas de veículos eletrificados. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), foram emplacados 381,6 mil veículos leves elétricos ou híbridos entre janeiro e setembro de 2026, volume quase 70% superior ao registrado em todo o ano passado. Do total, 303,4 mil unidades são veículos que dependem de recarga na rede elétrica, como os modelos totalmente elétricos e os híbridos plug-in, que representam cerca de 80% do mercado de eletrificados. Em setembro, os veículos responderam por 19,8% das vendas de automóveis leves no país. De acordo com o MME, o crescimento do setor acompanha os cenários do Plano Nacional de Energia (PNE) 2055, que prevê maior participação da eletricidade nos transportes e aumento da demanda por minerais estratégicos usados na fabricação de baterias. A tendência também exigirá investimentos em infraestrutura de recarga e na modernização das redes de distribuição de energia.

CNPE cria grupo para elaborar estratégia nacional de eletromobilidade

O aumento da frota de veículos elétricos e híbridos no país levou o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) a aprovar a criação de um grupo de trabalho para ajudar na elaboração da Estratégia Nacional de Eletromobilidade. Coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o colegiado vai reunir subsídios técnicos e propostas para orientar a expansão do setor. Notícias relacionadas:IBGE confirma crescimento de 3,4% da economia em 2024.Governo define minerais críticos prioritários para investimentos.Durigan discutirá medidas fiscais com Lula após viagem à COP31.O grupo discutirá temas como infraestrutura de recarga, impactos sobre o sistema elétrico, cadeia de baterias, questões ambientais e mobilidade urbana. Entre as tarefas estão avaliar a expansão da rede de carregamento, a sustentabilidade dos minerais usados em baterias e os efeitos do crescimento da frota sobre a demanda por energia. O grupo terá prazo de 120 dias, prorrogável por igual período, para elaborar um diagnóstico da eletromobilidade no país e apresentar propostas para a estratégia nacional. Ao final dos trabalhos, será entregue um relatório ao CNPE. Avanço do setor A iniciativa ocorre em meio ao avanço das vendas de veículos eletrificados. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), foram emplacados 381,6 mil veículos leves elétricos ou híbridos entre janeiro e setembro de 2026, volume quase 70% superior ao registrado em todo o ano passado. Do total, 303,4 mil unidades são veículos que dependem de recarga na rede elétrica, como os modelos totalmente elétricos e os híbridos plug-in, que representam cerca de 80% do mercado de eletrificados. Em setembro, os veículos responderam por 19,8% das vendas de automóveis leves no país. De acordo com o MME, o crescimento do setor acompanha os cenários do Plano Nacional de Energia (PNE) 2055, que prevê maior participação da eletricidade nos transportes e aumento da demanda por minerais estratégicos usados na fabricação de baterias. A tendência também exigirá investimentos em infraestrutura de recarga e na modernização das redes de distribuição de energia.

Contexto e Movimentação Econômica

Os principais indicadores econômicos e agentes do mercado financeiro acompanham com atenção os desdobramentos deste cenário. As oscilações recentes refletem as expectativas quanto ao ritmo da inflação, às diretrizes fiscais e às decisões sobre a taxa básica de juros.

Publicidade AdSense • In-Article
💼 Espaço reservado para monetização AdSense In-Article

Impactos no Mercado e para o Cidadão

Para investidores e consumidores, analistas recomendam atenção especial ao planejamento financeiro e à proteção do poder de compra, buscando ativos sólidos e controle rigoroso de despesas essenciais.

Fonte oficial: Agência Brasil / EBC Comunicação. Para consultar a publicação original na íntegra, acesse o portal da Agência Brasil.

Transparência Editorial: Esta matéria foi redigida e checada por profissionais da equipe de jornalismo do NxNotícias. Última atualização registrada em: 06 Nov 2026 às 18:55.

Recomendadas para você

Guias

IBGE confirma crescimento de 3,4% da economia em 2024

Dados revisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que a economia brasileira cresceu 3,4% em 2024. Dessa forma, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) chegou a R$ 11,7 trilhões. A constatação faz parte do Sistema de Contas Nacionais, números divulgados nesta sexta-feira (6), pelo IBGE. O procedimento de revisão é um padrão do instituto, que incorpora novos dados de pesquisas setoriais do IBGE, podendo haver alteração no resultado ou não. Notícias relacionadas:Dívida pública fica em 82,9% do PIB, e déficit soma R$ 5,5 bilhões.CNI reduz previsão de crescimento do PIB para 1,6% em 2026.Boletim Focus: mercado prevê redução da inflação e do PIB de 2026 .Quando o desempenho do PIB de 2024 foi divulgado inicialmente, em março de 2025, o resultado já apontava crescimento de 3,4%. Em dezembro de 2025, o IBGE revisou as taxas de crescimento de alguns setores da economia em 2024, mas não alterou a taxa global de alta do PIB, mantida em 3,4%. Detalhes Os números do IBGE mostram que o PIB per capita de 2024 foi equivalente a R$ 55.410,12. Para 2024, o instituto mostra os seguintes desempenhos: - Indústria: 3,1% - Serviços: 3,8% - Agropecuária: -3,7% O consumo final cresceu 4,4%, sendo que o das famílias avançou 5,1%; e a despesa de consumo do governo, 2%. Dados recentes O Brasil já conhece o desempenho da economia em 2025, que ficou em 2,3%, marcando cinco anos seguidos de variação positiva. Esse dado passará também por revisão padrão futura do IBGE, podendo ser alterado ou não. Em relação a 2026, o país conhece os dados oficiais até o segundo trimestre. No acumulado de quatro trimestres até junho, a economia mostrou alta de 1,9%. O resultado do ano cheio será conhecido apenas em março de 2027. Expectativa para 2026 A edição mais recente do Boletim Macrofiscal elaborado pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, divulgado em setembro, projeta expansão de 2% do PIB em 2026. O relatório Focus, pesquisa semanal do Banco Central (BC) com instituições financeiras, edição da última terça-feira (3), estima alta de 1,76%. O Fundo Monetário Internacional (FMI), instituição multilateral vinculada às Nações Unidas, divulgou há menos de um mês que espera crescimento da economia brasileira de 2,2% para este ano. O que é o PIB O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais. O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria. Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, o PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão. Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados. O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.

Guias

Governo define minerais críticos prioritários para investimentos

O Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos se reuniu na tarde desta quinta-feira (5) para aprovar a lista de prioridades do governo federal para minerais críticos e estratégicos. São 27 minerais listados, em grupos de três prioridades – alta, média e baixa –, a serem consideradas no direcionamento de políticas públicas e recursos de fomento. A classificação levou cinco critérios em consideração: risco geopolítico envolvendo o mineral; concentração de oferta; se esse mineral é substituível ou não; a posição do Brasil na cadeia de produção (se ainda precisar de mais desenvolvimento, ele sobe na lista); e dependência que o Brasil tem daquele mineral em relação a outros países. Notícias relacionadas:Lula quer economia arrumada para atrair investimentos.Minerais críticos e estratégicos empregam 129 mil pessoas no Brasil.Brasil cria política para ampliar produção de minerais críticos.A lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos foi sancionada em 16 de setembro, após aprovação no Congresso Nacional. O texto prevê investimentos de até R$ 7 bilhões por meio de incentivos a projetos de processamento e transformação dos minerais. E são esses investimentos que serão direcionados respeitando as prioridades definidas na lista aprovada na reunião de hoje. O objetivo é criar uma nova indústria no país para processar esses minerais e transformá-los em produtos prontos, como baterias de carros elétricos, e tirar o Brasil do papel de mero exportador de matéria-prima. O país tem a segunda maior reserva de grafita no mundo, a terceira de níquel, a quarta de manganês, e quer ampliar investimento no setor. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Os minerais no topo da lista, inclusive, são essenciais para as baterias dos veículos elétricos, para os ímãs permanentes e para sistemas de armazenamento de energia. Como são fundamentais em um mercado em franca expansão, níquel, grafita, lítio, entre outros, receberão prioridade em investimentos para desenvolvimento. “Por muito tempo exportamos essa riqueza em estado bruto e importamos o produto pronto, com valor agregado lá fora. Queremos romper esse ciclo e definir uma estratégia para o desenvolvimento aqui”, disse o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa. Presente na reunião do conselho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância de se desenvolver uma indústria de minerais no Brasil. Para isso, Lula defendeu parcerias com outros países. “Não queremos fazer com que o Estado seja o senhor supremo da exploração, da transformação, da industrialização. Nós queremos construir parceria, precisamos aprender. Precisamos construir com outros países que queiram participar conosco do processo de transformação e exploração dessa riqueza.” Lista A lista aprovada no Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos foi criada a partir de outras já existentes no Ministério de Minas e Energia (MME), no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), entre outros órgãos. Foram elencados, por ordem de prioridade no investimento, 27 minerais. Mas a lista não é definitiva e outros podem entrar, a depender dos critérios já utilizados na definição da relação aprovada hoje. Prioridade alta Terras raras Grafita Lítio Níquel Cobalto Cobre Manganês Silício Urânio Prioridade média Tungstênio Cromo Vanádio Tântalo Titânio Fosfato Potássio Enxofre Prioridade baixa Nióbio Estanho Ferro Zinco Ouro Magnésio Molibdênio Tório Alumínio Grupo da Platina

Guias

FGC alerta para vazamento de dados de investidores e risco de golpes

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou nesta quinta-feira (5) que identificou acesso não autorizado a dados pessoais de investidores. O incidente, detectado em 26 de outubro, envolveu informações como nome, CPF, e-mail e data de nascimento. A entidade comunicou o caso à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e alertou para o risco de golpes. Até o momento, não há evidências de uso indevido dos dados ou de prejuízos financeiros. Além dos dados pessoais, foram acessadas informações relacionadas ao pagamento da garantia, como tributos retidos e canais de distribuição do investimento na instituição liquidada. O FGC não divulgou o número de pessoas afetadas, nem identificou as instituições financeiras às quais os registros estão vinculados. A investigação continua, com apoio de especialistas, para esclarecer a extensão do acesso e verificar se houve cópia, divulgação ou utilização indevida das informações. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Segurança Segundo o fundo, após a identificação do incidente, foram restringidos os acessos aos ambientes envolvidos, bloqueadas contas indevidas e preservadas evidências. A entidade também iniciou a revisão de permissões e controles de segurança. As comunicações individuais aos titulares estão sendo realizadas pelos canais validados do FGC. A instituição informou que fornecerá informações complementares conforme o avanço da apuração. Em nota, o fundo disse que “lamenta o ocorrido e reconhece a preocupação que o incidente pode gerar aos titulares de dados envolvidos” e acrescenta que o caso está sendo tratado com prioridade. Alerta O FGC orienta os investidores a redobrar a atenção a ligações, mensagens e e-mails de pessoas que se apresentem como representantes da entidade. Os dados expostos podem tornar abordagens fraudulentas mais convincentes, inclusive com pedidos de pagamentos ou informações de acesso. O fundo reforça que não solicita senhas, códigos de autenticação ou taxas para liberar a garantia. Também não antecipa nem transfere créditos garantidos, não utiliza intermediários e não realiza contato por WhatsApp ou SMS. A recomendação é não clicar em links suspeitos e consultar informações sobre o processo de pagamento diretamente pelos canais oficiais, como o aplicativo do FGC. Em caso de tentativa de fraude, a orientação é guardar as mensagens, comunicar o fundo e registrar ocorrência junto às autoridades. O que é o FGC? O FGC é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que funciona como mecanismo de proteção a depositantes e investidores em caso de quebra ou liquidação de instituições financeiras associadas. O fundo garante determinados depósitos e investimentos, com cobertura de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição ou conglomerado financeiro, dentro das regras estabelecidas.